Bemdito

Se não posso fugir, só me resta o delírio

Como imaginar outro Brasil desde o café da manhã até o final dos tempos?

Vaga-lume de memórias

As memórias do meu avô e a sabedoria poética dos vaga-lumes

Onde estão os pássaros para imaginarmos o voo?

Em tempos de políticas da morte, é urgente estar em movimento

Poço 115: um álbum imaginário para a comunidade visível

Em homenagem a uma das ocupações mais antigas de Fortaleza, um álbum de memórias sobre o vento que corre entre duas pontes da Praia de Iracema

O guardador de jambos

Há um poema escrito em cada esquina

Tudo que prometi ao mar

É preciso aprender a boiar para não afogar o sonho

Um retrato para cada despedida

A pequena utopia de querer guardar quem deixamos para trás

Saudades de quem nunca vi

Gente, assim como a felicidade de Guimarães Rosa, se acha mesmo é em horinhas de descuido

As árvores que não plantei no caminho

Como enxergar os futuros não realizados?

Sobre os absurdos de um tempo absurdo

Uma reflexão gráfica sobre as construções e desconstruções em torno da percepção do tempo