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Uma prece pelas meninas tristes

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Sex and The City não é tão legal assim

Série fez sucesso entre adolescentes que hoje são millennials e talvez já não vejam mais graça na vida fútil das personagens

Fortaleza 295: Rostos fortalezenses - A história que os rostos de Fortaleza contam

Os rostos de Fortaleza são tema do segundo vídeo da série realizada por Bruno Xavier e Nigéria Filmes em homenagem aos 295 anos da capital cearense. Em ensaio delicado sobre as personagens que povoam nossa cidade, é dado rosto para pessoas que, na maior parte do tempo, são tratadas como estatística em matérias de jornais. “Eles, nessa cidade, são como muralhas antigas, da arquitetura que ainda contava histórias, que intimidava, que ostentava não apenas tesouros, mas pessoas, heróis e heroínas.”

Direção
Bruno Xavier

Imagens
Acervo Nigéria Filmes

Produção
Carliane Aragão
Helena Barbosa
Roger Pires 

Finalização 
Yargo Gurjão

Realização
Nigéria Filmes

Olhares
Dança das arraias Posted in: Olhares, Destaque Galeria - Invenções para ser pássaro e chegar mais perto do céu

Toda criança sonha em ser pássaro. Imagina que do alto a vida seja mais leve, e que se poderia sobrevoar por todos os lugares. Com os pés presos ao chão, a criança imagina maneiras de cortar o vento. Três gravetos, saco plástico, papel e um punhado de barbante são o suficiente para alcançar o inalcançável.

Pipa, papagaio ou arraia são invenções para chegar mais perto do céu, embora presas por uma linha que conduz os movimentos. Assim é um pouco mais livre, consegue se sentir por um tempo ao lado do bem-te-vi, que desliza satisfeito entre os vários tons de azul.

Para soltar arraia, é preciso agilidade. Quase como um esporte olímpico, ganha quem conseguir mantê-la nas nuvens. Se o clima não ajuda, haja força no braço para desviar dos obstáculos e executar as manobras.

Sem cerol, arraia se corta com nó dado na linha do outro. E se ela teimar em despencar, haja perna para correr atrás. Pipa que cai do céu não tem dono. É de quem pegar primeiro. O que importa é a diversão. 

De cima do morro, na praia e nos calçadões, meninos e meninas de todos os tamanhos esperam o vento perfeito. Em uma dança digna de qualquer balé clássico, as arraias rompem as fronteiras periféricas tendo o fim de tarde como plano de fundo.

Este é um ensaio sobre a infância e o desejo de voar. Imagens feitas pela criança que ainda mora em mim. Um conto de saudade daquilo que consegui viver, e hoje observo em cada bairro de Fortaleza. 

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