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Bemdito entrevista: Christian Dunker - O que há de louco e de lúdico no Brasil de 2021? Nós ainda somos o "país da alegria"?

O psicanalista e professor da USP Christian Dunker conversa com Ricardo Evandro, colunista do Bemdito e professor de Filosofia do Direito na UFPA, sobre a presença de temas relacionados à loucura e ao lúdico em sua obra e sobre se ainda é possível falar do Brasil de 2021 como “o país da alegria”.

Christian Dunker participa do evento A loucura do Direito: encontros e desencontros entre os saberes da mente e da lei, que será realizado entre os dias 24 e 24 de agosto.

Para outras informações, acesse:
https://esmec.tjce.jus.br/participe-confira-os-links-de-acesso-webinario-a-loucura-do-direito-os-encontros-e-desencontros-entre-os-saberes-da-mente-e-da-lei/

Olhares
Dança das arraias Posted in: Olhares, Destaque Galeria - Invenções para ser pássaro e chegar mais perto do céu

Toda criança sonha em ser pássaro. Imagina que do alto a vida seja mais leve, e que se poderia sobrevoar por todos os lugares. Com os pés presos ao chão, a criança imagina maneiras de cortar o vento. Três gravetos, saco plástico, papel e um punhado de barbante são o suficiente para alcançar o inalcançável.

Pipa, papagaio ou arraia são invenções para chegar mais perto do céu, embora presas por uma linha que conduz os movimentos. Assim é um pouco mais livre, consegue se sentir por um tempo ao lado do bem-te-vi, que desliza satisfeito entre os vários tons de azul.

Para soltar arraia, é preciso agilidade. Quase como um esporte olímpico, ganha quem conseguir mantê-la nas nuvens. Se o clima não ajuda, haja força no braço para desviar dos obstáculos e executar as manobras.

Sem cerol, arraia se corta com nó dado na linha do outro. E se ela teimar em despencar, haja perna para correr atrás. Pipa que cai do céu não tem dono. É de quem pegar primeiro. O que importa é a diversão. 

De cima do morro, na praia e nos calçadões, meninos e meninas de todos os tamanhos esperam o vento perfeito. Em uma dança digna de qualquer balé clássico, as arraias rompem as fronteiras periféricas tendo o fim de tarde como plano de fundo.

Este é um ensaio sobre a infância e o desejo de voar. Imagens feitas pela criança que ainda mora em mim. Um conto de saudade daquilo que consegui viver, e hoje observo em cada bairro de Fortaleza. 

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