Bemdito

Uma prece pelas meninas tristes

Foto: Divulgação

A ajuda que meninas de 13 anos, como as irmãs Lisbon em “As virgens suicidas”, pedem e não escutamos

Quem tem medo de Marguerite Duras?

Uma reflexão sobre “O amante”, romance mais famoso da autora, uma mistura tortuosa e angustiada entre ficção e autobiografia

Morrer apenas o necessário

Um ensaio em homenagem e agradecimento à poeta polonesa Wislawa Szymborska

O que fazer do que fizeram de nós?

Mistaken identity (Ken Wong)

O resgate do passado, como mecanismo para barrar a repetição de infernos pessoais e, assim, poder criar novos sentidos, é contínuo e solitário

Carta para um garoto perdido

Da timidez ao grito nos palcos, da dor ao alívio nas letras, Kurt Cobain era um homem de sensibilidade sem concessões

O enigma da beleza feminina

O mito da beleza da mulher na literatura de Naomi Wolf, Chimamanda Adichie, Donna Tartt e Chris Kraus

Criar para não destruir

The False Mirror (René Magritte)

Desejo, dom, impulso, chama: que nome você dá ao que te faz tremer de vida e como se relaciona com isso?

Como é que se diz “eu te amo”?

Foto: Henri Cartier-Bresson

Uma felicitação poética de Dia dos Namorados com clássicos da literatura amorosa para os leitores do Bemdito

A escritora que eu gostaria de ser

EDINBURGH, SCOTLAND - AUGUST 17: American novelist and essayist Siri Hustvedt attends a photocall during the annual Edinburgh International Book Festival at Charlotte Square Gardens on August 17, 2017 in Edinburgh, Scotland. (Photo by Roberto Ricciuti/Getty Images)

Como a mente intensa, talentosa, inventiva e incendiária de Siri Hustvedt nos ensina a pensar, ler e escrever melhor

O que o punk me ensinou sobre tempos difíceis

Nascido de uma juventude desiludida, o punk lembra que a dor não deve ser reprimida e que os adultos não vão nos salvar de nossas rachaduras